sexta-feira, 13 de setembro de 2013

#5 As cicatrizes do coração.





O meu coração órgão vital do meu corpo tem umas quantas cicatrizes do passado, que foi um pouco difícil de sarar.
As facadas com o tempo passaram, mas o tiro a queima-roupa quase levou a uma morte sentimental. Cheguei mesmo pensar que nunca mais me ia levantar. E que aquela paixão, quase amor, me destruí quase por completo, mas aos poucos fui-me reconstruindo e fui-me encontrando.

Pensei que agora seria imune ao vírus da paixão, que não me voltaria atacar. 

Até ao dia que uma Doce Princesa se cruza no meu caminho. E algo nela me encanta e me cativa de tal forma o seu ar de Princesinha e a delicadeza dos seus gestos. 
Farto de sofrer, agora o meu coração merece um pouco de amor sincero e puro.

sábado, 24 de agosto de 2013

# 4 (Historias de amor de uma vida)



Quando era mais novo queria ter uma historia de amor dígno dos filmes de Hollywood. 
Na primeira vez pensei que fosse durar para sempre, mas ao primeiro obstáculo tudo se desmoronou. Fico apenas uma pequena pilha de escombros que rapidamente consegui reconstruí e seguir em frente.
Na segunda vez dei quase tudo, porque nunca se pode dar tudo de uma só vez. Mais uma facada de raspão no meu coração, e custou um bocado mais a passar. Mas o tempo e a distância ajudaram a curar.
Depois veio as obsessões que eu pensava ser amor, hoje sei que não era. Uma delas quase me ajudava a pular a linha que separa este mundo do outro lado. Mais uma vez a distância ajudou a curar.
 A paixão por uma loira que me fez ter atitudes sem pensar, só para a ver a sorrir. Dei a volta a este mundo e ao outro para a puxar do poço quase sem fundo onde ela estava. Permanentemente ao lado dela para ajudar em tudo. Quando já estava na maré de cima e já não precisava de mim deu-me um tiro a queima-roupa. Este tiro foi o que mais custou a passar e a sarar. Que deixou marcas na minha alma.
Depois de estar quase totalmente recuperado deste tiro deixei de acreditar no amor, mas sentido na pele que precisava dele para sobreviver neste mundo tão cruel.
Até ao dia que no meu caminho se cruzou uma linda Princesa. Agora os medos e as inseguranças vieram ao de cima. Se alimento os meus medos e inseguranças nunca vou a arriscar com medo em destruir o que já conquistei, mas no entanto se arriscar posso ter a minha felicidade a poucos segundos de mim…
Depois de tantos anos de vida continuo a ser um poço de inseguranças…

quinta-feira, 23 de maio de 2013

#3 (A minha Princesinha fugiu-me...)



Fugiu-me!
A minha princesinha fugiu-me para um reino distante.
Por lá fala-se uma língua que me é estranha, dizem que é a língua de Napoleão.
A minha Princesinha tem um olhar tão encantador e um sorriso que faz brilhar qualquer coração puro. 
Ela é tão perfeita e tem tudo a sua medida.
Dantes os dias eram difíceis de passar e as noites nem se fala. Mas eu sabia que ela estava ali, ao virar da esquina e se eu precisasse dela, vinha logo a correr ter comigo. Sentia-me seguro, porque ela estava a meia dúzia de metros de mim.
Agora as coisas complicaram.
Deixaram de ser meia dúzia de metros para passar a ser meia dúzia de mil quilómetros 
Sinto as saudades de ti e dos teus abraços fortes e acalorados e únicos.
E o que me resta é unicamente uma simples foto de nos dois, e os (poucos) momentos mas inesquecíveis.
Gosto de si e serás sempre a única Princesa do meu coração.  

sexta-feira, 12 de abril de 2013

#2 (Até já Bernardo!)

       Nunca  em toda a minha vida vi a minha cidade quase parar para um funeral.
Bernardo!
Tu transmites uma alegria contagiante sempre com um sorriso colado no rosto.
Eu não faço parte da tua vida diária, só te conheço de vista. E de alguns jogos do (meu clube do coração) a Cister, que fui ver.
És um bom miúdo, muito educado e super simpático. Os teus amigos comprovam isso nos inúmeros textos que tem publicado no facebook dedicados a ti, todos cheios de Carinho.
Hoje no Mosteiro fomos todos dizer-te um até já. No ar vagueava um sentimento de tristeza e de vazio com um gosto de injustiça.
Nunca fui de chorar, mas as lagrimas vinham-me aos olhos quando lia alguns dos textos dedicados a ti. Deve ser da idade, com a idade devo estar a ficar um sentimentalista.
A tua bela Xana. Vocês fazem um belo casal, só de olhar para vocês os dois nota-se o quanto vocês se amam. Até quando estão a discutir.
Vais estar sempre aqui no meio de nós, eu sei que vais. E vais cuidar todos que gostam de ti…
Boa viagem Bernardo e até já!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

# 1


Já não sei o que é sentir!
O tempo faz com que eu perdesse as forças de procurar o meu outro lado, que anda ai perdido, algures…Mas sei que preciso desse lado. Para sobreviver! Não vou conseguir sobreviver muito mais tempo nesta solidão sentimental. O meu coração já foi baleado e esfaqueado demasiadas vezes que não aguenta muito mais tempo sozinho.